
domingo, 30 de janeiro de 2011
Relembre do Flogão do Agronois
Este link é pra relebrar do flogão que fez muito sucesso na Agronomia-UFPI, que era administrado por Michel Barros. Vamos matar a saudade relembrando algumas fotos...abraço pra todos...
http://www.flogao.com.br/agronois
http://www.flogao.com.br/agronois
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Desefa da Tese de Mestrado de um Membros do Refúgio da Agronomia - Everaldo Moreira
Dia 28 de janeiro de 2011 às 14:00 o Engenheiro Agrônomo Everaldo Moreira da Silva defende sua tese de mestrado na área de Irrigação e Drenagem na ESALQ/USP com o tema "Manejo da fertirrigação em ambiente protegido visando o controle da salinidade do solo para a cultura da berinjela ".
Everaldo Moreira (BOB) é natural de Palmeira do Piauí, formado em Técnico Agropecuário pelo CAT de Floriano, entrou na Universidade Federal do Piauí no curso de Engenharia Agrônomica no ano de 2004 e se formou em 2009. Sempre se destacou na universidade pela sua amizade e sempre pronto pra ajudar seus amigos de turma, sempre deixou sua marca por onde passava. Pessoa sempre presente no REFÚGIO DA AGRONOMIA onde era sua segunda casa.
Evaraldo Moreira ficamos feliz por já está defendendo sua tese de mestrado , continuaremos torcendo por você e que Deus ilumine seus passos...um grande abraço em nome da galera do
Refúgio da Agronomia.
Everaldo Moreira (BOB) é natural de Palmeira do Piauí, formado em Técnico Agropecuário pelo CAT de Floriano, entrou na Universidade Federal do Piauí no curso de Engenharia Agrônomica no ano de 2004 e se formou em 2009. Sempre se destacou na universidade pela sua amizade e sempre pronto pra ajudar seus amigos de turma, sempre deixou sua marca por onde passava. Pessoa sempre presente no REFÚGIO DA AGRONOMIA onde era sua segunda casa.
Evaraldo Moreira ficamos feliz por já está defendendo sua tese de mestrado , continuaremos torcendo por você e que Deus ilumine seus passos...um grande abraço em nome da galera do
Refúgio da Agronomia.
Engenheiro Agrônomo. Afinal, quem é esse profissional?
Poucos realmente sabem do que se trata. Uma esmagadora maioria vê ainda neste profissional, o funcionário público que trabalha em: pesquisa, extensão rural, cooperativismo e professor atuando em cursos de agronomia e afins. Outros enxergam tão somente um vendedor de agroquímicos: adubos químicos e pesticidas. O que muitos não sabem é que o perfil e o desempenho desse profissional mudou muito nas últimas décadas e acontece em outras frentes de trabalho como: agricultura ecológica, agricultura biodinâmica; floricultura sem venenos; recuperação de solos envenenados; recuperação de bacias hidrográficas contaminadas com venenos os mais diversos; licenciamento ambiental de lavouras perigosas como os cultivos venenosos de arroz irrigado, da banana, entre outras; recuperação de fragmentos da Mata Atlântica e de outros ecossistemas perdidos; é um aplicado participante de listas de discussão na rede mundial virtual propondo: a segurança ambiental pela redução das emissões dos gases do efeito estufa; programas de coleta de água das chuvas; reciclagem de resíduos sólidos; projetos nacionais e regionais de conservação dos recursos hídricos incluindo o aqüífero Guarani; recomendando o comedimento quanto a questão dos vegetais geneticamente modificados e muita atenção para que não se leve o Brasil à vala comum da agricultura escravizada por um restrito grupo do poder global; desempenha importante trabalho na comunicação em todos os sentidos quando ensina novas alternativas técnicas para a produção de alimentos limpos, saudáveis e sustentáveis.
O engenheiro Agrônomo da modernidade escreve livros e palestras sobre a ética profissional e a segurança alimentar. São atividades inovadoras e que estão sendo ocupadas por profissionais que desenvolveram uma nova ética perante o consumidor. Não precisa mais se envergonhar e se esconder por estar aconselhando o uso de venenos para a produção de alimentos. Sabemos nós consumidores que pela atitude que esta tomando hoje, nossos filhos não precisarão comer alimentos envenenados e legalmente permitidos para que recebam na mesa a dose diária permitida, que mesmo pelos baixos índices, os intoxicava cronicamente.
A pecha de quem envenena a comida para auferir vantagens pessoais, está fadada a desaparecer definitivamente no currículo de prestação de serviços dos engenheiros agrônomos, transformando-se na alegria dos consumidores. Devemos assim, ter muito mais fé e respeito por esse profissional que esta aí. Não podemos esquecer que uma grande leva de "novos" estão chegando com uma cabeça orgânica e ética. Deveremos dar oportunidades para que esses profissionais possam desenvolver em nosso beneficio essas novas atividades. Este momento é importante e o que realmente estão necessitando. Os apelos para o lado venenoso da profissão ainda continuam e continuarão se não oferecermos oportunidades para os engenheiros agrônomos alternativos.
Rezemos, portanto, para que o Engenheiro Agrônomo brasileiro coloque em nossa mesa: águas não envenenadas, alimentos limpos, verduras sem agrotóxicos, frutas sem pesticidas e vinhos não poluídos. Cabe ao consumidor de alimentos e bebidas, fazer a sua parte. Se não utilizarmos os alimentos orgânicos, os biodinâmicos, os naturais, estaremos alongando o nosso próprio sofrimento nos hospitais, creches e albergues da terceira idade. Continuaremos vendo o brasileiro suando, com dores de cabeça, com visão alterada, com fígado inchado e sem funcionamento, com câncer nos intestinos, doenças adquiridas pelos alimentos envenenados que tantos danos tem causando ao sistema de saúde oficial brasileiro. Conclamo os consumidores a mudar de comportamento utilizando alimentos limpos.
O engenheiro Agrônomo da modernidade escreve livros e palestras sobre a ética profissional e a segurança alimentar. São atividades inovadoras e que estão sendo ocupadas por profissionais que desenvolveram uma nova ética perante o consumidor. Não precisa mais se envergonhar e se esconder por estar aconselhando o uso de venenos para a produção de alimentos. Sabemos nós consumidores que pela atitude que esta tomando hoje, nossos filhos não precisarão comer alimentos envenenados e legalmente permitidos para que recebam na mesa a dose diária permitida, que mesmo pelos baixos índices, os intoxicava cronicamente.
A pecha de quem envenena a comida para auferir vantagens pessoais, está fadada a desaparecer definitivamente no currículo de prestação de serviços dos engenheiros agrônomos, transformando-se na alegria dos consumidores. Devemos assim, ter muito mais fé e respeito por esse profissional que esta aí. Não podemos esquecer que uma grande leva de "novos" estão chegando com uma cabeça orgânica e ética. Deveremos dar oportunidades para que esses profissionais possam desenvolver em nosso beneficio essas novas atividades. Este momento é importante e o que realmente estão necessitando. Os apelos para o lado venenoso da profissão ainda continuam e continuarão se não oferecermos oportunidades para os engenheiros agrônomos alternativos.
Rezemos, portanto, para que o Engenheiro Agrônomo brasileiro coloque em nossa mesa: águas não envenenadas, alimentos limpos, verduras sem agrotóxicos, frutas sem pesticidas e vinhos não poluídos. Cabe ao consumidor de alimentos e bebidas, fazer a sua parte. Se não utilizarmos os alimentos orgânicos, os biodinâmicos, os naturais, estaremos alongando o nosso próprio sofrimento nos hospitais, creches e albergues da terceira idade. Continuaremos vendo o brasileiro suando, com dores de cabeça, com visão alterada, com fígado inchado e sem funcionamento, com câncer nos intestinos, doenças adquiridas pelos alimentos envenenados que tantos danos tem causando ao sistema de saúde oficial brasileiro. Conclamo os consumidores a mudar de comportamento utilizando alimentos limpos.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Parabéns aos Novos Engenheiros Agrônomos do Piauí
No dia 20 de janeiro de 2011 a Universidade Federal do Piauí forma novos Engenheiros Agrônomos, parabéns aos novos profissionais.
Engenheiros Agrônomos :Garantia de Produção,Alimento de Qualidade
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